No último dia 25/05/2024 a Câmara de Comércio do BRICS MERCOSUL esteve reunida na Sede da ACEOP – Associação Catarinense dos Empresários de Obras Públicas.
Presentes na reunião o Presidente da ACEOP – CEO Wagner Sandoval Barbosa, que também é o Diretor Geral de Infraestrutura dos Países do BRICS MERCOSUL. Presentes, também, o Presidente da Câmara de Comércio do BRICS MERCOSUL – CEO Nelson Hoppe, o Tesoureiro da Câmara Senhor Sandro Roberto Cardoso, o Diretor Geral do Agronegócio dos Países do BRICS MERCOSUL – Senhor Rodrigo Martins Moriconi, o Diretor de Desenvolvimento de Negócios dos Países do BRICS MERCOSUL – cidadão Armênio Sargis Muradyan, o Diretor Internacional de Negócios dos Países do BRICS MERCOSUL – o cidadão Russo Vladimir Lamekhov. Também, estiveram presentes o CEO – Presidente da CORMAR – Senhor Leandro Corazza Jr., e a empresa NHTP – Senhor Jairo Dias.
Na pauta a parceria da ACEOP com a Câmara que atua diretamente em vários segmentos de importância para as empreiteiras e construtoras de Santa Catarina, do Brasil e dos países da América Latina. A Câmara de Comércio do BRICS MERCOSUL pode trazer muitas obras e investimentos dos países do BRICS para Santa Catarina e para o Brasil.
Uma parte muito importante e fundamental ao BRICS e MERCOSUL é o gigante segmento da Infraestrutura, que abrange várias diretorias adjuntas e conselheiros nas diversas áreas de infraestrutura dos países da Câmara de Comércio do BRICS MERCOSUL, onde poderão participar da diretoria e conselhos setoriais os governos municipais, estaduais e nacionais das várias nações interessadas. Poderão participar poder judiciário e legislativo municipal, estadual e federal das várias nações interessadas. Poderão participar Agências de fomento, bancos, fundações, entidades, associações, departamentos, órgãos reguladores, indústrias, empresas e empresários interessados dos vários países.
A Diretoria de Infraestrutura comandada pelo Diretor Wagner Sandoval Barbosa é muito abrangente e é essencial aos municípios, estados e nações, abrangendo: Concessões públicas e PPP; Rodovias, ferrovias, metro e transporte público; Geração e transmissão de energia (usinas hidrelétricas, eólicas, solares, etc.); Portos marítimos e fluviais; Aeroportos; Rodoviárias estaduais e urbanas; Sistemas de telecomunicações; Redes de captação, tratamento e distribuição de água; Saneamento e esgoto; Coleta de lixo; Tratamento de esgoto; Indústrias automatizadas de separação e reaproveitamento de lixo de difícil decomposição (pneus, borrachas em geral, plásticos, tecido, nylon, vidro, etc.); Sistemas de canalização de petróleo e gás (residencial comercial e industrial); infraestrutura urbana (pensar as cidades do futuro); Modernização e embelezamento dos espaços públicos; Criação de espaços de cidadania, esportes, cultura e lazer gratuito; Novas redes e tecnologias digitais; Internet, serviços eficientes; Cidades inteligentes, sustentáveis e saudáveis; Restrição dos impactos ambientais preservando recursos naturais, fauna, flora, qualidade do ar e da água; Proteção dos mananciais; Captação da água da chuva; Recuperação de terrenos húmidos e proteção contra inundações; Uso de energias renováveis e partilha de energia; Correção de aterros sanitários; Tratamento do esgoto e uso dessa água para irrigação e outros serviços; Indústrias de separação e transformação do lixo de difícil decomposição; Postos de coleta e de compra de lixo reciclável; Plano de produção, distribuição e descarte de alimentos; Cultivo orgânico nas cidades; Trato com os animais; Privilegiar e treinar produtores locais e produtores; Plano de mobilidade para deslocamentos mais baratos, seguros e convenientes; Tecnologias de automação nas cidades; Transporte coletivo rápido, seguro, eficaz e barato; Diminuição dos carros nas ruas; Aumento de vias destinadas aos pedestres e ciclistas; Aumento dos espaços públicos gratuitos destinados às caminhadas, esporte, lazer e cidadania; Plano de atividades recreativas, culturais, artísticas, esportivas e de entretenimento nas cidades; Plano de acessibilidade e de segurança; Ampliação das áreas verdes; Serviços e tecnologias automatizadas; Melhoria da qualidade dos recursos naturais como água, solo e ar nas cidades; Plano de políticas de sustentabilidade; Automação e inteligência artificial nas cidades; Plano de prevenção e combate às doenças e epidemias nas cidades via automação industrial; Engenharia, arquitetura e urbanismo; Entidades, conselhos profissionais e de desenvolvimento da infraestrutura nacionais e internacionais; Escolas e Universidades de engenharia e correlatas; Construção civil; Incorporação de imóveis; Loteamentos industriais e residenciais; Moradias populares (planejamento, construção e financiamento); Obras fora de estrada, pontes, etc.
Governos (nacionais, estaduais e municipais – poderes legislativo, executivo e judiciário) dos países, estados e cidades do BRICS MERCOSUL, se interessados, podem se associar na Câmara e participar dos Conselhos Setoriais da Câmara. Fundações, entidades, associações e conselhos profissionais interessados dos países, estados e cidades do BRICS MERCOSUL, se interessados, podem se associar na Câmara e participar dos Conselhos Setoriais. Indústrias e Empresas correlatas interessadas no assunto, construtoras, empreiteiras, prestadoras de serviços, incorporadoras, imobiliárias, etc., e profissionais liberais, se interessados em expandir seus negócios, comércio e serviços, podem se associar e porventura participar de congressos, eventos, palestras, cursos, pós-graduação, mestrados, doutorados, conselhos setoriais, oportunidade de negócios, investimentos, aportes, financiamentos, licitações, parcerias, empregos, e etc. A Câmara é a ponte.
A Câmara de Comércio do BRICS e MERCOSUL atua no Brasil e em vários países e continentes visando expandir os negócios, o comércio, a indústria, o turismo, a geração de empregos e a renda principalmente nos países do BRICS e MERCOSUL. Também atua nas áreas: Social, Cultural e Educacional. Sua atuação funciona como um consulado voltado para negócios e empresas, onde todas suas atividades são de interesse público.
Atua em todos os continentes, de maneira especial nos países da América Latina, com especial interesse no Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Peru, Bolívia, Colômbia e Venezuela. Também, com interesse no México, Costa Rica, Cuba, Panamá, República Dominicana e demais países da América Latina. Também atua na Europa, África, Ásia e Oriente Médio. O grande volume de negócios e foco da Câmara ocorre no Sul Global, especialmente negócios do Brasil com China, Rússia e Índia, entre países membros, candidatos e simpatizantes ao BRICS. Também, a Câmara desenvolve negócios e comércio com Estados Unidos, Canadá, Espanha, Luxemburgo, França, Reino Unido e Itália.
A Câmara atua no BLOCO MERCOSUL – Bloco Econômico com 300 milhões de consumidores e que possui um PIB de US$ 2,7 trilhões de dólares. São Países Membros Efetivos do MERCOSUL (fundadores): Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela (suspensa temporariamente). Mas, também participam do MERCOSUL: Países Membros Associados – Bolívia, Chile, Peru, Colômbia, Equador, Guiana e Suriname. Países Membros Observadores – (sem direito a veto): México e Nova Zelândia. Por acordos comerciais – Chile, Bolívia, México, Peru, Colômbia, Equador, Venezuela, Cuba, Índia, Israel, África do Sul, Namíbia, Botsuana, Lesoto, Suazilândia e Egito. Em tratativas – Palestina e União Europeia.
A Câmara atua principalmente focada no BLOCO BRICS – Bloco Econômico com 3,7 bilhões de consumidores e que possui atualmente um PIB de US$ 25,8 trilhões de dólares. São Países Membros Fundadores do BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Países Membros Associados do BRICS – Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Irã. Temos em torno de 35 países candidatos ao BRICS – Angola, Afeganistão, Argélia, Bangladesh, Bahrein, Belarus, Bolívia, Camarões, Cazaquistão, Colômbia, Comores, Cuba, Gabão, Honduras, Indonésia, Kuwait, Marrocos, México, Nicarágua, Nigéria, Palestina, Paquistão, Peru, República Democrática do Congo, Senegal, Síria, Sudão, Tailândia, Tunísia, Turquia, Uganda, Uruguai, Venezuela, Vietnã, Zimbábue… entre outros.
O BRICS possui atualmente 46% dos consumidores do planeta e 36% da economia mundial, e caminha a passos largos para até 2035 possuir 70% dos consumidores do planeta e 60% da economia mundial, dominando todos os setores da economia, da produção de alimentos, controle do petróleo, dos recursos minerais, da água potável, do comércio, da indústria, saúde, educação e da tecnologia.
O cidadão e empresário brasileiro / catarinense da área de infraestrutura, engenheiros, arquitetos, construtoras, empreiteiras, incorporadoras, imobiliárias, ainda estão focados no Mundo UNIPOLAR formado pelos Estados Unidos, União Europeia e G7 devido nossa cultura e descendência, e também porque em 1980 os países do G7 dominavam 60% do PIB MUNDIAL, eram as maiores e melhores economias do planeta, que os fez dominar as instituições ONU, OMC, OMS, FMI e Banco Mundial impondo o dólar como moeda internacional, e o sistema Swift – VISA – MASTER como obrigatórios, onde países do BRICS e do SUL GLOBAL, como o Brasil eram tratados como suas colônias subdesenvolvidas e desconsiderados.
Contudo, na atualidade o BRICS domina a economia mundial, onde o cidadão e empresário brasileiro / catarinense precisa prestar mais atenção na Nova Ordem Econômica Mundial – o Mundo MULTIPOLAR formado pelos países do BRICS. Porque os Estados Unidos, a União Europeia e G7 estão em forte recessão econômica, onde os países do G7 possuem atualmente apenas 28% do PIB MUNDIAL, caindo a cada ano, enquanto o BRICS já possui 36% do PIB MUNDIAL, crescendo a cada ano, pois o BRICS está em franca ascendência econômica e em crescimento do número de países. O BRICS pretende reformar as instituições ONU, OMC, OMS, FMI e Banco Mundial, criar moeda própria independente do dólar, sistema bancário próprio independente do sistema Swift – VISA – MASTER. Isso significa uma Nova Ordem Mundial. Será um período de amplo crescimento econômico para os brasileiros, para Santa Catarina, para o Brasil, para os países da América Latina e países do BRICS. O BRICS e do SUL GLOBAL já são realidade.
HÁ 54 ANOS, um grupo de 25 empresas do setor de obras rodoviárias se reuniu na sede do Santa Catarina Country Club, no Centro de Florianópolis, para a realização de um sonho. Em busca de mais oportunidades, parcerias e com uma vontade imensa de ver o nosso Estado crescer, foi fundada a Associação Catarinense dos Empresários de Obras Públicas, a ACEOP.
O objetivo principal da ACEOP era unir forças com as grandes empresas de outros Estados e assim viabilizar as importantes obras viárias que Santa Catarina tanto necessitava para o seu desenvolvimento, naquela época ainda acanhado. E um dos obstáculos era exatamente a escassez de estradas de qualidade, que pudessem atrair investimentos e escoar a produção.
A relevância econômica das 50 empresas catarinenses associadas à ACEOP é muito grande:
R$ 1.000.000.000,00 (um bilhão de reais) – Capital Social
R$ 2.500.000.000,00 (dois bilhões e quinhentos milhões de reais) – Faturamento Anual
15.000 – Empregos diretos e indiretos
40.000 – Pessoas envolvidas familiares de empregados diretos e indiretos
Hoje, Santa Catarina é um Estado muito bem servido de rodovias em todas as suas regiões. E o reflexo pode ser percebido pelo destacado crescimento econômico – bastante pulverizado e diversificado – que coloca o nosso Estado entre as principais potências do país, sendo o sexto maior PIB (Produto Interno Bruto). E o mais importante: com reflexos positivos na área social, tanto que somos um dos Estados com melhor IDH do Brasil (terceiro lugar, atrás apenas de São Paulo e Distrito Federal).
Tudo isto só foi alcançado graças à parceria dos visionários fundadores da ACEOP, que não mediram esforços para criar esta importante entidade e lutar pelas conquistas de todos os objetivos traçados.
A finalidade da associação é atuar de forma propositiva junto aos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e também às entidades não governamentais. Mas principalmente na parte de reestruturação da infraestrutura de transporte.
A ACEOP sempre se preocupou com todos os problemas das Associadas, desde salários compatíveis, vantagens necessárias e direitos obrigatórios dos funcionários do setor: Isto faz a entidade, constantemente, trocar informações com empresas de outros estados e sindicatos diversos. Outra atenção da ACEOP é voltada aos impostos e tributos, além dos preços praticados pelas empresas, muitas vezes defasados em função de constantes aumentos dos insumos, impostos e materiais. Por isso, a entidade procura manter sempre debates com órgãos contratantes com o objetivo de corrigir eventuais defasagens e distorções dos preços contratados.
A ACEOP participa de toda movimentação e discussão em torno da mobilidade urbana. Não como construtores, mas como propositores de soluções. Também atua em seminários que abordam novas técnicas rodoviárias. As empresas ligadas à ACEOP sempre colocam à disposição dos órgãos todo conhecimento que têm. Afinal, vêm acumulando ao longo dos anos estudos sobre as regiões e municípios. Então quando ocorre um simpósio sobre mobilidade urbana, estas empresas colocam à disposição todos os elementos que dispõem. São empresas que trabalham em vários lugares do Brasil e fora dele, com diversas tecnologias, e muitas destas nem chegariam aqui ao Estado. E estas novidades são trazidas pelas empresas para facilitar a elaboração de novos projetos.
Santa Catarina, no que diz respeito às obras estaduais, é destaque quanto à preservação e recuperação do meio ambiente. Prova disso é que o Estado se transformou num exemplo adotado pelo 8/0 (Banco lnteramericano de Desenvolvimento) e serve de modelo para outros Estados e países também. Tudo isto em função do trabalho que as empresas realizam. Existe uma preocupação de não deixar passivo ambiental e também de recuperar os já existentes. As empresas, inclusive, têm um setor especialmente para cuidar disso. E há fiscalização e penalização fortes por parte dos órgãos ambientais. Se um trabalhador joga a sua marmita metálica no chão; ou se resto de asfalto é deixado perto de um riacho; a empresa é primeiro notificada, e na segunda vez, penalizada com a retenção do pagamento.
As empresas associadas à ACEOP têm uma grande importância e trazem um forte retorno à sociedade. Todo o dinheiro que circula nelas é aplicado no Estado de Santa Catarina. Juntas, estas empresas têm um capital social de R$ 1 bilhão, faturamento anual de R$ 2,5 bilhões, geram 6 mil empregos diretos e outros 9 mil indiretos. Ou seja, são cerca de 60 mil pessoas beneficiadas, se formos levar em conta os familiares destes trabalhadores. Isto é algo muito bom para o Estado e uma das bandeiras da ACEOP.
Por Nelson Hoppe – CEO – Presidente da Câmara de Comércio do BRICS MERCOSUL.





